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Vice-diretor do IPMet integrará Comitê Internacional
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Dr. Roberto Vicente Calheiros
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Roberto Vicente Calheiros será o único representante da América Latina
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25/03/2011
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UNESP e CEMADEN assinam acordo de cooperação
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IPMet é uma das Unidades envolvidas
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05/07/2013
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A UNESP e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - CEMADEN assinaram convênio de cooperação técnica no dia 1 de julho, na Reitoria da Universidade.
O objetivo do convênio é a promoção do desenvolvimento de ações visando a capacitação de recursos humanos, além do desenvolvimento de pesquisas na área de desastres naturais que gerem subsídios para o aperfeiçoamento do monitoramento, da emissão de alertas e da gestão de riscos de desastres naturais em solo brasileiro.
Pelo lado da UNESP duas Unidades têm atribuições especificadas no acordo: o IPMet, sediado em Bauru, e o Instituto de Ciência e Tecnologia de São José dos Campos. |
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Previsão climática para os meses de Março, Abril e Maio em Bauru
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André Mendonça de Decco
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26/02/2015
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O meteorologista do IPMet, André Mendonça de Decco realizou uma apresentação aberta a interessados acerca da previsão climática para o estado de São Paulo e, mais especificamente, para o município de Bauru, para os próximos três meses (Março, Abril e Maio). O evento, ocorrido no dia 26 de fevereiro, no auditório do Centro de meteorologia, atraiu, além da imprensa, alunos, docentes e outros profissionais da área de meteorologia, além de membros das Defesas Civis de Bauru e Lins. O cenário apresentado pelo profissional não foi muito animador, já que para a região de Bauru são esperadas chuvas dentro da normalidade ou mesmo abaixo do normal, entre 250 e 320mm, segundo Decco e José Carlos Figueiredo, Coordenador Operacional do IPMet; e temperaturas, acima do normal. Para o estado de São Paulo as previsões apontam o mesmo cenário, chuvas de menos e temperaturas mais elevadas. A previsão de consenso é baseada em estudos do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal, que reúne o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), o Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST/INPE), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), com a Participação, como convidados, dos Centros Estaduais de Meteorologia e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Decco representou o IPMet na reunião do dia 20 último, nas dependências do CEMADEN em São José dos Campos/SP. |
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Temperaturas bem amenas no Dia de Finados
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01/11/2022
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Depois da passagem de uma frente fria que atingiu a região Sul e parte do Sudeste, uma massa de ar frio derrubou as temperaturas na região.
Em Bauru, amanhã, dia 2 de novembro, Dia de Finados, as temperaturas devem oscilar entre os 140 C de mínima e 180C de máxima.
Não há, até o momento, previsão de chuva para Bauru no feriado, mas o céu estará com muitas nuvens.
Segundo Thiago Guerreiro Ferreira, meteorologista do IPMet, nos próximos dias as temperaturas continuarão bem amenas pela manhã, aumentando gradativamente ao longo do dia.
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Funcionamento do radar de Bauru é normalizado
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17/02/2016
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Um pulso eletromagnético oriundo de um raio nas imediações do IPMet-CMB, em Bauru, no último dia 15, danificou a linha de comunicação entre a CPU do Radar e o receptor prejudicando o acesso às imagens geradas pelo equipamento. O problema foi solucionado na noite de ontem (16/02) com a troca do componente danificado. |
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Dia Nacional da Astronomia
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Montando os telescópios antes de anoitecer no estacionamento do Campus
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Data foi lembrada pelo Observatório Didático da Unesp de Bauru
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06/12/2016
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No dia 2/12, das 21 às 22h30, ocorreu o Dia Nacional da Astronomia. Houve atividades programadas pelo Observatório Móvel (carreta), portaria 2, no câmpus da Unesp Bauru, que integraram a programação do III SIFAM. Já é costume no Brasil celebrar em 2 de dezembro o Dia Nacional da Astronomia. O Observatório Didático de A rádio UNESP gravou uma entrevista antes do evento para convidar os ouvintes. A TV Tem (rede Globo regional) esteve presente às 19:00 para fazer uma entrevista ao vivo para o telejornal local a fim de convidar a população. Porém, as condições atmosféricas prejudicaram o evento e as observações, pois a chuva obrigou a desmontagem dos instrumentos, fazendo a equipe aguardar até o final do horário de atendimento. Mesmo assim, muitos alunos e participantes do III SIFAM visitaram a carreta em momentos sem chuva para fazer perguntas e tecer conversas sobreo assunto, as quais foram atendidas pelos monitores do Observatório. |
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IPMet participou da Festa da Ciência 2017
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Evento da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ocorreu no dia 24 na UNIP
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16/10/2017
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Instituída em 2004, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, coordenada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, ocorre sempre no mês de outubro e conta com atividades em todo o país. O objetivo principal é a divulgação da ciência em linguagem acessível à população em geral, além de despertar o interesse pela investigação científica nos jovens estudantes, além de provocar uma reflexão sobre as implicações que as tecnologias causam no dia-a-dia da sociedade. Para 2017 o tema escolhido foi “A matemática está em tudo!”. Em Bauru, as instituições participam ativamente e, todos os anos, é realizado um evento denominado Festa da Ciência, aberto a toda a comunidade. O IPMet participa ativamente das atividades desde a primeira edição. Este ano o evento foi realizado nas dependências da UNIP, em Bauru, no último dia 24 de outubro. O Centro de Meteorologia demonstrou ao público o mecanismo de funcionamento de uma estação meteorológica, além de demonstrar imagens de radar com alertas de aproximação de eventos severos. Além disso contou com estudantes do curso de meteorologia e da ATMOS, a Empresa Junior ligada ao curso. Como nos anos anteriores, milhares de estudantes passaram pela feira.
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MÊS DE DEZEMBRO QUENTE E CHUVOSO NA CIDADE DE BAURU
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Chuvas e Temperaturas elevadas
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07/01/2026
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Com o padrão atmosférico bastante típico do verão, o mês de dezembro/2025 foi marcado por volumes de chuva bastante elevados, principalmente pelas passagens de frentes frias e pela formação de um sistema de baixa pressão que deu origem a um ciclone tropical, o qual foi responsável pelas frequentes chuvas que atingiram o estado São Paulo, durante o dia 09 de dezembro de 2025, causando alagamentos e transtornos aos centros urbanos de vários municípios paulistas.
Além disso, uma onda de calor intensa que ocorreu entre a penúltima e última semana do mês, desencadeou períodos de forte calor no estado, devido a um bloqueio atmosférico, causado pela presença de uma massa de ar quente e seco, reforçada pelo sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul, e que impediu a chegada de frentes frias e sistemas de chuva mais organizados no período.
Chuvas de dezembro/2025 na cidade BauruRegistrando o acumulado mensal de 445,3 mm, Bauru ultrapassou quase o dobro, em torno de 97% a média histórica das chuvas esperadas para o mês (226 mm). Resultado um pouco semelhante ao de dezembro/2024, que também foi chuvoso, porém de forma mais humilde, superando em torno de 27% a média histórica, com o acumulado mensal de 286,3 mm.
A figura acima mostra as chuvas ocorridas em Bauru, conforme os dados da estação do IPMET, as quais foram frequentes, porém, mal distribuídas ao longo do mês. Foram 16 dias com registro de chuva na cidade e vários dias destacam-se com volumes significativos, acima de 20 mm: dia 08/12 com 20,6 mm, dia 09/12 com 128,5 mm, dia 13/12 com 38,6 mm, dia 14/12 com 77,5 mm, dia 28/12 com 70,1 mm e dia 31/12 com 32,0 mm.
Observa-se que o dia 09/12 registrou chuva abundante na cidade de Bauru, acumulando o volume de chuva de 128,5 mm, o qual foi o maior valor da precipitação diária do ano de 2025. Além disso, esse valor destaca-se como o recorde do maior volume de chuva dos meses de dezembro desde o ano de 2001, de acordo com os dados obtidos através da estação meteorológica automática do IPMET e disponíveis em nosso site.
Temperaturas de dezembro/2025 na cidade Bauru
O mês apresentou tardes quentes, com valores de temperatura máxima oscilando acima de 5 graus da média climatológica do mês (30,5°C), principalmente entre os dias 24 a 28 de dezembro, caracterizando a onda de calor na cidade, conforme apresentados na figura acima. Os extremos da temperatura máxima foi de 36,6°C registrada em 25/12 e da temperatura mínima 17,0°C no dia 18/12.
Previsão para janeiro/2026
Os modelos climáticos indicaram a previsão de chuva acima da média para dezembro/2025 em parte do estado de São Paulo, conforme aconteceu.
Para janeiro/2026 a previsão é de volumes de chuva acima em praticamente todo o estado de São Paulo. Para as temperaturas é previsto aumento da temperatura média na maior parte dos setores oeste e nordeste de São Paulo. Nas demais áreas da região, é prevista temperatura média próxima à climatologia. (Fonte: Inmet). https://portal.inmet.gov.br/noticias/janeiro-como-ser%C3%A1-o-clima-no-brasil-4
Elaboração: Zildene Pedrosa O. Emidio Meteorologista do IPMET/UNESP |
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Inscrições abertas para treinamento para utilização de produtos de radar do IPMet
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As vagas são limitadas
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30/04/2026
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Estão abertas as inscrições para o treinamento para utilização de produtos de radar gerados pelo IPMet-UNESP de Bauru. O objetivo é capacitar os participantes para a correta interpretação das informações meteorológicas disponibilizadas no site do Instituto, bem como transmitir aos participantes noções básicas de Meteorologia. O treinamento, presencial, acontecerá no dia 29 de maio. O programa, com duração de oito horas, é voltado a usuários cadastrados e oriundos de outras instituições públicas, como, por exemplo, defesas civis e integrantes das polícias militar, civil e ambiental. Para efetuar a inscrição o interessado deverá acessar o site do IPMet (www.ipmetradar.com.br), em seguida buscar a opção “Serviços”, e após “Treinamento de Usuários”. As inscrições se encerram no dia 25 de maio. As inscrições são gratuitas, mas o número de vagas é limitado. O telefone do IPMet para contato é (14) 3103-6030/ (14) 3103-6024.
Sandra R. F. Sanches Conrerp 1897 |
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MÊS DE ABRIL/2026 SECO E QUENTE NA CIDADE DE BAURU
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Chuvas de abril/2026 abaixo da média na cidade Bauru
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04/05/2026
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O mês de abril/2026 foi seco na cidade de Bauru, com chuvas irregulares e com acumulado mensal abaixo da média. Com o valor mensal de 63,5 mm em abril/2026, registrado na estação meteorológica do IPMET, choveu o equivalente a 66,1 % da média climatológica (96 mm) do mês, resultando em um desvio negativo de 33,9 % do total esperado para o mês.
Este resultado está dentro da normalidade, tendo em vista que abril climatologicamente é um mês com índices pluviométricos mais baixos, pois faz parte da estação do outono, a qual é caracterizada pela redução das chuvas e da umidade do ar, além do declínio das temperaturas. Observa-se que abril está praticamente no início da estação mais seca no estado São Paulo, entre os meses de março a agosto.
As chuvas ocorreram somente em seis dias, na primeira semana e no último dia do mês e os volumes de precipitação mais expressivos foram: 24,4,0 (dia 06/04) o maior volume; 19,3 mm (dia 08/04) e 13,0 mm (dia 30/04), conforme pode ser observado na figura acima. As chuvas foram decorrentes pelas passagens de frentes fria e pela formação de áreas de instabilidade.
Temperaturas de abril/2026 na cidade Bauru
As temperaturas oscilaram bastante em abril e apresentaram grande amplitude térmica, acima de 14,0°C, em vários dias do mês, o que é esperado de acordo com as características climáticas da estação do outono, onde as temperaturas mínimas são bem mais baixas no início da manhã. O recorde da temperatura máxima do mês foi 31,7 °C ocorreu no dia 05/04, e da temperatura mínima 14,8°C no dia 23/04, embora não tenha havido entrada de massa de ar mais frio significativa durante o mês.
Previsão para o mês de maio/2026
A partir do trimestre maio–junho–julho, a probabilidade de formação do El Niño supera 60%, podendo ultrapassar 90% no segundo semestre de 2026. Contudo, de acordo com as projeções mais atualizadas da NOAA, há cerca de 80% de chance de manutenção da neutralidade no Pacífico equatorial até o fim do primeiro semestre (fonte: INMET). A previsão climática para este mês indica chuva próximas e abaixo da média em grande parte do país, inclusive para o estado de São Paulo. Quanto as temperaturas, ficarão acima da média em grande parte do estado de São Paulo, observando que, a entrada de massas de ar frio mais intensas, podem provocar queda acentuada da temperatura.
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio
Para mais detalhes acesse: Produtos -> Balanços Mensais |
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MÊS DE MAIO/2026 CHUVOSO NA CIDADE DE BAURU
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Registro da menor temperatura do ano até o final do mês
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02/06/2026
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Chuvas de maio/2026 acima da média na cidade Bauru
O mês de maio/2026 foi chuvoso na cidade de Bauru, pois terminou com chuvas acima da média. Embora as chuvas tenham sido irregulares e não sendo muito frequentes, os totais registrados em alguns dias, principalmente como a chuva ocorrida no dia 17/05, contribuíram significativamente para superar a média do mês. O acumulado mensal da chuva registrada na estação do IPMET em maio/2026 foi 98,6 mm, e ultrapassou em 8,3% a média histórica mensal (91 mm), apresentando um desvio positivo de 7,6 milímetros acima do que era esperado para chover durante o mês. Com esse resultado, o mês pode ser considerado um pouco atípico em relação a precipitação, pois devido as características da estação do outono a qual é caracterizada pela redução das chuvas e da umidade do ar, além do declínio das temperaturas. Observa-se que maio faz parte da estação mais seca no estado São Paulo, compreendida entre os meses de março a agosto. As chuvas ocorreram em nove dias, concentrando-se principalmente na terceira semana do mês, quando um forte temporal atingiu Bauru no dia 17/05, que registro de 41,4 mm de chuva em pouco tempo, queda de granizo e acompanhado por ventos com velocidade 48,3 km/h. Houve alagamentos em várias ruas e avenidas da cidade, quedas de árvores e danos estruturais em alguns imóveis e vias. Os maiores volumes de chuva no mês foram: 13,7 (dia 15/05); 41,4 mm (dia 17/05) o maior volume e 23,6 mm (dia 23/05), conforme pode ser observado na figura acima. As chuvas foram decorrentes pelas passagens de frentes fria e pela formação de áreas de instabilidade.
Temperaturas de maio/2026 na cidade Bauru
As temperaturas oscilaram bastante em maio/2026 apresentaram grande amplitude térmica de acordo com as características climáticas da estação do outono. A maior valor foi 16,9 ºC e ocorreu no dia 12/05, quando foi registrado a menor temperatura do mês e do ano até agora com 7,1°C, devido a entrada de massa de ar mais frio mais significativa. A figura acima apresenta a curva da temperatura mínima ocorrida no mês, com os menores valores registrados e que ficaram abaixo da média histórica de maio. A menor valor da amplitude térmica ocorreu no dia 15/05 com 3,5°C, quando não houve muita variação entre as temperaturas máxima e mínima ocorridas no dia em questão. O recorde da temperatura máxima do mês foi 30,8 °C no dia 08/05.
Previsão para o mês de junho/2026
De acordo com as previsões atuais, o fenômeno El Niño tem alta probabilidade (superior a 80%) de se configurar ao longo do segundo semestre de 2026, podendo se estender até, pelo menos, o início de 2027. O El Niño corresponde ao aquecimento anômalo das águas superficiais do oceano Pacífico equatorial em relação à média climatológica (fonte: Inmet). A previsão climática para junho/2026 indica volumes de chuva abaixo da média em grande parte do estado de São Paulo. Quanto as temperaturas, ficarão acima da média no estado de São Paulo, sendo previstos desvios de até 1,5 °C em relação à média do mês no oeste do estado. Observa-se que, a entrada de massas de ar frio mais intensas ao longo do mês, podem provocar queda acentuada da temperatura. Algumas frentes frias, acompanhadas por massas de ar frio significativas, são previstas durante o mês e devem causar queda acentuada de temperatura no centro-sul do país: a primeira entre o fim da primeira quinzena e início da segunda quinzena de junho; a segunda frente fria, mais forte, deve ocorrer na última semana de junho, já nos primeiros dias do inverno de 2026 (Fonte: Climatempo).
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio
Para mais detalhes acesse: Produtos -> Balanços Mensais
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ESTAÇÃO DO INVERNO 2026
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Começou no dia 21/06, às 05h24min no Brasil
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22/06/2026
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A estação do inverno iniciou-se no dia 21 de junho de 2026, durante a madrugada de domingo, às 05h24min no Hemisfério Sul, marcando o Solstício de inverno, e terminará na noite do dia 22 de setembro às 21h05min, quando começa a estação da primavera (Equinócio de primavera).
Características do Inverno no Sudeste do Brasil
Na Região Sudeste do Brasil, inclusive no estado de São Paulo, o inverno é considerado como uma estação climatologicamente seca, caracterizada pelos baixos índices de precipitação e umidade do ar, além de baixas temperaturas. Nesta estação, as noites são mais longas que os dias e geralmente as condições meteorológicas são favoráveis para dias com céu ensolarado e temperaturas amenas, além dos ventos que se tornam mais constantes e intensos.
No decorrer da estação do inverno as incursões massas de ar frio que acompanham as frentes frias, normalmente vindas do sul do continente e com origem polar, causam declínio acentuado nas temperaturas do ar, gerando ondas de frio e geralmente, ocorrência de geadas no Sudeste, que prejudicam a agricultura de um modo geral, afetando principalmente culturas, como a do café e de hortaliças.
Os nevoeiros, neblina e a névoa úmida são muito frequentes durante a madrugada ao início da manhã (figura acima), reduzindo a visibilidade, principalmente nas regiões de planalto, serra e vales.
Com a redução das chuvas e da umidade na estação do inverno, os dias ficam mais secos e favorecem eventos de queimadas e incêndios florestais, além de prejuízos na saúde humana, como por exemplo, problemas respiratórios e circulatórios.
Previsão para o inverno/2026
Este ano, o inverno contará com a influência do fenômeno de grande escala El Niño, que é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, principalmente próximo à costa da América do Sul.
No Oceano Pacífico Equatorial, as médias mensais da região Niño 3.4 (170°W– 120°W), área de referência para a caracterização do El Niño-Oscilação Sul (ENOS), vêm registrando anomalias temperatura da superfície do mar (TSM) desde março de 2026, caracterizando aquecimento com estrutura espacial semelhante à de condições de El Niño. As projeções do APEC Climate Center (APCC), sediado na Coréia do Sul, indicam 100% de probabilidade de manifestação de condições de El Niño no trimestre julho-agosto-setembro (JAS) de 2026, e 99,4% de probabilidade de ocorrência de condições de El Niño de forte intensidade (Fonte: Inmet).
O El Niño, assim como o La Niña, faz parte do mesmo fenômeno atmosférico-oceânico ENOS (El Niño–Oscilação Sul), ocorrendo no oceano Pacífico Equatorial. O ENOS refere-se às situações nas quais o oceano Pacífico Equatorial está mais quente (El Niño) ou mais frio (La Niña) do que a média normal histórica, influenciando diretamente os padrões climáticos, especialmente na chuva, temperatura e circulação atmosférica em diversas regiões do globo terrestre.
No Brasil, os principais impactos são basicamente: no Sul, aumento das chuvas; no Sudeste e Centro-Oeste, chuvas irregulares e temperaturas mais elevadas; no Nordeste e Norte, com redução das chuvas e períodos mais quentes.
A previsão climática para o inverno/2026 na Região Sudeste, em particular para o estado de São Paulo, indica chuvas próximas à média climatológica no estado e volumes acima da média no centro-sul de São Paulo. Para a temperatura, são previstos valores acima da média em todo o estado. Contudo, quedas acentuadas da temperatura, podem ocorrer em razão das entradas de massas de ar frio que acompanham as frentes frias e geralmente são de origem polar, gerando ondas de frio e possíveis geadas em regiões mais favoráveis.
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio
Para mais detalhes acesse: Produtos -> Estações do Ano
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JUNHO/2026 FOI CHUVOSO NA CIDADE DE BAURU
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Mês marcou o início da estação do inverno no Hemisfério Sul
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01/07/2026
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O mês de junho marcou a entrada do inverno no hemisfério Sul, que começou no dia 21 de junho de 2026, durante a madrugada de domingo, às 05h24min, marcando o Solstício de inverno, e terminará na noite do dia 22 de setembro às 21h05min, quando começa a estação da primavera (Equinócio de primavera).
Climatologicamente o inverno é considerado como a estação mais seca e fria do ano na Região Sudeste do Brasil, pois contabiliza o mais baixo índice pluviométrico e o registro das mais baixas temperaturas, além de dias mais curtos e baixos índices de umidade do ar.
Para este ano, a previsão para o inverno no Sudeste conta com a presença do El Niño, que é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, principalmente próximo à costa da América do Sul e que influencia diretamente os padrões climáticos, especialmente na chuva, temperatura e circulação atmosférica em diversas regiões do globo terrestre.
A previsão climática para o inverno/2025 na Região Sudeste, em particular para o estado de São Paulo, indica chuvas próximas à média climatológica no estado e volumes acima da média no centro-sul de São. Para a temperatura, são previstos valores acima da média em todo o estado. Contudo, quedas acentuadas da temperatura, podem ocorrer em razão das entradas de massas de ar frio que acompanham as frentes frias e geralmente são de origem polar, gerando ondas de frio e possíveis geadas em regiões mais favoráveis.
Chuvas de junho/2026 na cidade Bauru
O mês de junho/2026 foi muito chuvoso em boa parte do estado de São Paulo, apresentando um regime de chuvas atípicas, com volumes acima da média climatológica em vários municípios paulistas, como foi o caso de Bauru. O acumulado mensal de chuva durante o mês de junho/25 de Bauru foi 75,7 mm, resultado que superou a média climatológica (55 mm) e que ficou em torno de 37,6% acima da média mensal, tendo um desvio positivo de 20,7 mm a mais da chuva esperada para no mês.
As chuvas em Bauru ocorreram em 12 dias e tiveram uma distribuição irregular, concentrando-se principalmente entre a segunda e terceira semanas do mês, conforme apresentado na figura acima que ilustra a distribuição diária da chuva e os extremos das temperaturas durante o mês de junho/2026, através dos dados coletados na estação automática do IPMET. Observa-se que os maiores volumes foram registrados nos dias: 11/06 (13,0 mm), 13/06 (14,2 mm) e 23/06 (21,8 mm), este último o maior valor. As chuvas decorrentes das passagens de frentes frias pelo estado e pela formação de áreas de instabilidade associadas à sistema de baixas pressões.
Temperaturas de junho/2026 na cidade Bauru
Além de ser chuvoso, o mês de junho também foi relativamente frio na cidade de Bauru, devido a entrada de massas de ar frio que declinaram as temperaturas. A grande quantidade de nebulosidade em consequência das chuvas, aumentou o índice de umidade do ar e deixou baixas as temperaturas máximas em vários dias consecutivos, de 11 a 18 de junho, mantendo intensa a sensação de frio.
Na penúltima semana do mês, a passagem de uma frente fria, que trouxe em sua retaguarda uma massar de ar frio polar, declinou mais acentuadamente as temperaturas no centro-sul do país, registrando geadas em algumas localidades do Sul e Sudeste do país. Em Bauru, foi registrada a menor temperatura do mês neste período de 9,9°C no dia 25/06, assim como da temperatura máxima que obteve apenas o valor de 14,6°C nos dias 24 e 25 de junho. O extremo da temperatura máxima ocorreu no dia 26/06, com 28,3°C. De um modo geral, as baixas temperaturas favoreceram a ocorrência de nevoeiros e nevoa úmida em vários dias do mês na cidade e no estado paulista, como é típico durante a estação do inverno.
Previsão para julho/2026
Os modelos climáticos indicam valores próximos a climatologia no estado de São Paolo, porém para o extremo sul de São Paulo são previstos volumes até 50 mm acima da média de julho. Quanto a Temperatura, a previsão indica predominantemente temperaturas até 1 °C acima da média.
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio |
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JULHO/2026 COM MUITA CHUVA NA CIDADE DE BAURU
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03/08/2026
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Mês atípico no Estado Paulista
O mês de julho/2026 foi atípico e com muito contrastes nas condições do Tempo e do Clima no estado de São Paulo. Fazendo parte da estação do inverno, julho é climatologicamente seco e frio, mas em relação a chuva foram computados volumes mensais expressivos em algumas localidades do interior paulista, especialmente em Bauru que registrou mais de duas vezes o volume de chuva esperado para o mês.
Alguns episódios destacam-se nessas condições, como a forte tempestade ocorrida no dia 24/07, com características de microexplosão atmosférica e que atingiu o nordeste do estado, especialmente a região de Ribeirão Preto, provocando chuva intensa com granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h. Nesta mesma data, volumes de chuvas significativos foram computados as regiões de São Paulo, Bauru, São Carlos, Sertãozinho, entre outros municípios paulistas.
No final do mês, no dia 29 de julho, com a passagem de uma forte frente fria pelo litoral do estado, foram registrados vendavais com rajadas acima de 90 km/h a 100 km/h, causando transtornos principalmente nas cidades da faixa litorânea, com danos materiais, queda de árvores e infelizmente, óbitos de algumas pessoas.
Chuvas de julho/2026 na cidade Bauru
O mês de julho foi bastante muito chuvoso em Bauru, apresentando um regime de chuvas atípicas, com o acumulado mensal muito acima da média climatológica. Foi registrado 122,4 mm, resultado que superou a média climatológica (38 mm), ficando em torno de 322,1%. Observa-se que, com o acumulado de 122,4 mm, significa que choveu a média do mês (38 mm) e acima de duas vezes da chuva média do mês, tendo um desvio positivo de 84,4 milímetros a mais do esperado para mês na cidade.
As chuvas em Bauru ocorreram em 07 dias e tiveram uma distribuição irregular e bastante espaçada, de acordo com a figura acima, que apresenta a distribuição diária da chuva e os extremos das temperaturas durante o mês de julho/2026, através dos dados coletados na estação automática do IPMET. Os maiores volumes foram registrados nos dias: 24/07 (50,0 mm), 25/07 (49,5 mm) e 12/07 (13,7 mm). Os volumes ocorridos individualmente nos dias 24 e 25, já foram suficientes para ultrapassar a média do mês em ambos os dias. As chuvas foram decorrentes das passagens de frentes frias pelo estado associadas à sistema de baixas pressões e pela formação de áreas de instabilidade pré-frontais.
Temperaturas de julho/2026 na cidade Bauru
Embora tenha sido chuvoso, o mês de julho também não foi muito frio na cidade de Bauru, pois as médias mensais da temperatura máxima e da temperatura mínima ficaram acima da média climatológica. Entretanto, foi registrada neste mês, a menor temperatura do ano (6,8°C) no dia 14/07, devido a entrada do sistema de alta pressão pós-frontal que veio acompanhado por uma massa de ar frio mais intensa.
Em alguns dias do mês, principalmente durante a primeira quinzena, as temperaturas mínimas diárias ficaram igual e abaixo da média do mês (13°C), conforme exposto na figura. De um modo geral, as baixas temperaturas e o percentual de umidade do ar, favoreceram a ocorrência de nevoeiros e nevoa úmida em alguns dias do mês na cidade, como é típico durante a estação do inverno.
As temperaturas máximas diárias apresentaram tardes quentes, com valores que ultrapassaram a média do mês (24,9°C) e chegando ao extremo com 31,1°C no dia 29/07. Destaca-se que entre os dias 24 e 25 de julho, ocorreu a queda mais acentuada das temperaturas máximas, registrando 16,7°C e 16,9°C, respectivamente, devido a quantidade de precipitação e a cobertura de nuvens nesses dias.
Previsão para agosto/2026
Os modelos climáticos indicam a previsão de volumes de chuva próximos à média histórica no estado de São Paulo. Contudo, algumas áreas podem apresentar volumes acima da média. Quanto a temperaturas, a previsão indica temperatura acima da média em grande parte do estado paulista, principalmente no setor oeste, onde as temperaturas devem ficar até 0,4 °C acima da média climatológica do mês (Fonte INMET).
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio |
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AGOSTO/2026 COM CENÁRIO CHUVOSO NA CIDADE DE BAURU
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Chuvas acima da média
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01/09/2026
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Mês atípico no Estado Paulista
No mês de agosto de 2025 o cenário foi de Tempo chuvoso pelas chuvas registradas, principalmente em Bauru e em alguns municípios do interior do estado de São Paulo, assim como, na capital do estado. Tal situação não é esperada em função das características climatológicas da estação do inverno, a qual corresponde a uma estação seca e fria no Sudeste do Brasil e pela climatologia, agosto é o mês mais seco no trimestre na estação do inverno para Bauru.
Assim como o mês de agosto/2026, foi mais uma vez, atípico nas condições do Tempo e do Clima no estado de São Paulo, especialmente em Bauru que registrou o acumulado de chuva mensal acima da média esperada para o mês. Além disso, foi um mês quente, com temperaturas elevadas na cidade.
Chuvas de agosto/2026 na cidade Bauru
O mês de agosto foi muito chuvoso em Bauru, apresentando o acumulado mensal acima da média climatológica. Foi registrado 42,9 mm, resultado que superou a média climatológica (35 mm), ficando em torno de 23%. Observa-se que, com o acumulado de 42,9 mm, significa que choveu a média do mês com um desvio positivo de 7,9 milímetros a mais do esperado para mês na cidade.
As chuvas em Bauru ocorreram em 05 dias e tiveram uma distribuição irregular e bastante espaçada, ocorrendo apenas na primeira e na última semanas do mês de acordo com a figura acima, que apresenta a distribuição diária da chuva e os extremos das temperaturas durante o mês de agosto/2026, através dos dados coletados na estação automática do IPMET. Os maiores volumes de chuvas foram registrados nos dias: 07/08 com 17,5 mm e no dia 31/08 com 10,7 mm, decorrentes das passagens de frentes frias pelo estado.
Temperaturas de agosto/2026 na cidade Bauru
Embora tenha sido chuvoso, o mês de agosto foi muito quente na cidade de Bauru, pois as médias mensais da temperatura máxima e da temperatura mínima ficaram acima da média climatológica. Em agosto não houve a entrada de nenhuma massa de ar frio mais intensa par derrubar acentuadamente as temperaturas.
As tardes foram quentes durante o mês e apresentaram temperaturas máximas diárias com valores que ultrapassaram a média do mês (27,5°C) em boa parte do mês, destacando-se como extremo do dia 29/08 que registrou 34,4°C. As temperaturas mínimas também foram elevadas, ficando abaixo da média em poucos dias do mês de agosto e registrando o menor valor no dia 23/08 de 11,2°C.
Previsão para setembro/2026
Os modelos climáticos indicam a previsão de acumulados de chuva acima da média histórica no estado de São Paulo e em praticamente toda a Região Sudeste. Quanto a temperaturas, a previsão indica temperatura acima da média em grande parte do Região. Na região de São Paulo, a faixa leste do estado, deverá apresentar desvios de até 1,0 °C, enquanto as demais regiões do estado devem ter temperaturas dentro da média climatológica. (Fonte INMET).
Elaboração: Met. Zildene P. O. Emídio |
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Primavera 2026
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22/09/2026
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Primavera 2026 no estado de São Paulo Meteorologista: Thiago Guerreiro Ferreira |
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Chuva recorde e mês frio: o setembro de 2026 em Bauru/SP
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Setembro - 2026
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Mais chuvoso em 44 anos (265,4 mm) e 4º setembro mais frio em 25 anos (20,9 °C)
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12/10/2026
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1. Síntese: setembro foi atípico?
Setembro de 2026 entrou para a história de Bauru/SP como o mês mais chuvoso da série iniciada em 1983. Segundo os registros da estação meteorológica local, foram 265,4 mm acumulados — 20,5% acima do recorde anterior (220,2 mm, em 2015), mais de quatro vezes a média histórica do mês (64,5 mm) e 381% da normal climatológica 1991–2020 (69,6 mm). A atipicidade, porém, vai além do volume — e é o que torna o mês peculiar.
Enquanto a chuva bateu recorde, a temperatura média (20,9 °C) ficou 2,2 °C abaixo da média de 2001–2025, configurando o quarto setembro mais frio em 25 anos e o mais frio desde 2022. Os extremos térmicos absolutos, por sua vez, permaneceram na normalidade: a mínima extrema de 10,7 °C (07/09) e a máxima extrema de 35,5 °C (27/09) praticamente repetiram as médias de suas respectivas séries históricas (10,9 °C e 35,3 °C). Essa combinação — recorde de chuva, mês frio pela média e extremos absolutos comuns — revela o caráter do mês: a nebulosidade e a umidade persistentes suprimiram o aquecimento diurno (amplitude térmica diária média de apenas 10,2 °C), sem que houvesse incursões de ar polar excepcionais.
O mês se dividiu em três fases bem definidas. Na primeira (01 a 16/09), concentraram-se 62% do acumulado (165,1 mm), com 13 dias consecutivos de chuva e o episódio mais frio do período. A segunda (17 a 23/09) foi de transição, com breve aquecimento e o segundo grande evento chuvoso (97,5 mm entre 19 e 23/09). Na terceira (24 a 30/09), o tempo seco e quente retornou: cinco dias consecutivos sem chuva e máximas que subiram até 35,5 °C.
2. Chuva: o recorde da série
Os 265,4 mm acumulados em setembro de 2026 consolidaram o mês mais chuvoso da série histórica de Bauru/SP, iniciada em 1983. Foram necessários 44 anos para que o recorde anterior — 220,2 mm, estabelecido em 2015 — fosse superado, e a margem foi expressiva: 45,2 mm, ou 20,5%. A magnitude do evento fica evidente nas comparações climatológicas. O acumulado do mês representou 4,1 vezes a média histórica de setembro (64,5 mm, período 1983–2025) e 381% da normal climatológica 1991–2020 (69,6 mm). Em termos de variabilidade, a anomalia de +200,9 mm equivale a cerca de 3,7 desvios-padrão em relação à média da série — nenhum dos 43 setembros anteriores chegou sequer próximo dessa distância em relação ao padrão climatológico.
O recorde não decorreu de um evento isolado, mas da persistência. A chuva se organizou em três episódios principais, que juntos responderam por 99% do total mensal: o primeiro entre 01 e 08/09 (32,3 mm), o segundo — e mais intenso — entre 09 e 16/09 (132,9 mm, metade do acumulado do mês) e o terceiro entre 19 e 23/09 (97,0 mm). Foram 21 dias com chuva registrada, incluindo uma sequência de 13 dias consecutivos (04 a 16/09). O dia mais chuvoso foi 10/09, com 45,2 mm, um dos três dias do mês com acumulado superior a 30 mm (ao lado de 19 e 22/09); outros oito dias registraram 10 mm ou mais.
O caráter excepcional do mês se destaca ainda mais quando inserido no contexto climatológico de setembro, mês tipicamente de transição entre o período seco e o úmido. Nos 43 setembros anteriores, apenas 10 (23%) superaram 100 mm, e 13 (30%) ficaram abaixo de 20 mm. O contraste com a década recente é notável: o período 2016–2025 apresentou a média mais baixa da série (32,2 mm), com 2025 registrando apenas 6,4 mm — o setembro mais seco da década. Em outros termos, o acumulado de setembro/2026 sozinho representa 82% de todo o volume de chuva de setembro acumulado na década anterior — um extremo seco seguido, quase sem transição, de um extremo úmido.
3. Temperaturas: frio pela média, extremos normais
Se a chuva definiu o caráter do mês, a temperatura média revelou sua consequência mais direta. Setembro de 2026 fechou com média de 20,9 °C, 2,2 °C abaixo da média do período 2001–2025 (23,1 °C) — o quarto setembro mais frio em 25 anos e o primeiro com média abaixo de 21 °C desde 2022. A anomalia, de cerca de 1,2 desvio-padrão, é expressiva, ainda que distante da magnitude registrada na precipitação, e interrompe uma sequência de três setembros consecutivos com médias iguais ou superiores a 24,1 °C (2023–2025). O dado mais intrigante, porém, está nos extremos. A mínima extrema do mês, 10,7 °C (07/09), e a máxima extrema, 35,5 °C (27/09), praticamente repetiram as médias de suas respectivas séries históricas (10,9 °C e 35,3 °C) — anomalias de apenas −0,2 °C e +0,2 °C. Em outros termos: não houve onda de frio excepcional nem onda de calor — o que houve foi um mês inteiro frio pela média.
A explicação está na cobertura nebular e na umidade persistentes, que suprimiram o aquecimento diurno: a média das máximas ficou em apenas 26,0 °C e a amplitude térmica diária média, em 10,2 °C, valor reduzido para o mês. A estrutura intra-mensal confirma essa leitura. A madrugada mais fria (10,7 °C em 07/09) ocorreu dentro do primeiro grande evento chuvoso, quando a entrada de ar frio pós-frontal derrubou a média diária a 13,3 °C; o dia mais quente (35,5 °C em 27/09) marcou o auge do período seco da última semana, quando o céu limpo permitiu o retorno do aquecimento típico da estação. O contraste com 2015 reforça a singularidade do mês: o segundo setembro mais chuvoso da série (220,2 mm) teve temperatura média de 24,1 °C, acima da média histórica — o recorde de 2015 veio com ar quente; o de 2026, com fluxo úmido e frio. Dois setembros extremamente chuvosos, assinaturas térmicas opostas.
No plano de longo prazo, a década 2016–2025 concentra os extremos de calor: 4 dos 5 maiores valores de máxima extrema da série ocorreram entre 2019 e 2024 (39,9 °C em 2020, 2021 e 2023; 38,9 °C em 2024), e a média decenal das máximas extremas (37,4 °C) supera em 2,1 °C a da série completa. No lado oposto, as mínimas extremas da década (12,0 °C) são as mais amenas da série. O padrão — noites menos frias e tardes mais quentes — é compatível com o aquecimento observado na região, embora a elevada variabilidade interanual e a extensão da série recomende cautela na atribuição.
4. Circulação e atribuição: por que choveu tanto?
A resposta para o recorde de precipitação está, em primeiro lugar, na circulação local. O vento predominante de Leste ou Sudeste registrou-se em 24 dos 30 dias do mês (80%) — fluxo de origem oceânica que transporta umidade do Atlântico Sul para o interior paulista. Não se trata de um padrão comum para setembro, mês em que a transição para o regime de verão costuma alternar dias secos de ar polar continental com episódios breves de umidade. Em 2026, a persistência foi a regra: os três episódios chuvosos que definiram o recorde se desenvolveram sob esse mesmo fluxo, sem intervalos prolongados de bloqueio seco. Os demais elementos observados na estação corroboram essa leitura sinótica. As quatro ocorrências de rajadas iguais ou superiores a 50 km/h (01, 19, 22 e 28/09) coincidem com os sistemas que trouxeram precipitação, indicando a passagem de perturbações organizadas. No início do primeiro episódio, a UR mínima de 29,3% em 03/09 registra o ar seco que antecedeu a chegada da umidade.
No plano de grande escala, setembro de 2026 ocorreu durante a intensificação de um El Niño que se tornaria muito forte. Formado em junho, o evento acelerou seu fortalecimento no início da primavera, e os principais centros de previsão (NOAA/CPC, IRI e WMO) projetavam evento forte a muito forte até o verão de 2026-27, com probabilidade superior a 90% — e chance de até 75% de ser o mais intenso registrado desde 1950. O paralelo empírico com a série de Bauru é notável: três dos cinco setembros mais chuvosos da série (2026, 2015 e 1998) ocorreram em anos de El Niño. A relação, porém, não é determinística — e a nota deve reconhecê-lo. O setembro mais seco da série (1983, sem chuva registrada) ocorreu justamente durante o El Niño de 1982/83, um dos mais intensos do século XX, e 1997, no auge do evento de 1997/98, ficou abaixo da média (54 mm).
A leitura correta é probabilística: o El Niño aumenta a propensão a setembros chuvosos em Bauru, mas a concretização depende da configuração de circulação em escala regional — que, em 2026, foi excepcionalmente favorável e persistente. O contraste térmico entre 2015 e 2026 reforça essa interpretação: os dois setembros mais chuvosos da série, ambos em anos de El Niño forte, apresentaram assinaturas térmicas opostas (2015 quente pela média; 2026 frio pela média), indicando que o ENSO modula o regime de chuvas, enquanto a resposta térmica local foi governada pela trajetória dos sistemas. Por fim, uma ressalva metodológica impõe-se ao recorte espacial desta nota: as análises baseiam-se em dados de ponto único, ou seja, a estação meteorológica do IPMet, portanto o recorde se restringe a Bauru.
5. Metodologia
Os dados apresentados nesta nota provêm de estação meteorológica de superfície do IPMet/UNESP em Bauru/SP, com registros diários de precipitação, temperaturas máxima, mínima e média, umidade relativa mínima, vento máximo e predominante e pressão média. As comparações climatológicas empregaram as séries históricas de setembro disponíveis: precipitação de 1983 a 2026 (44 anos), temperaturas extremas de 1984 a 2026 (42 anos com dados) e temperatura média de 2001 a 2026 (25 anos com dados) — nos três casos térmicos. As anomalias em desvios-padrão foram calculadas sobre a série completa de cada variável, e as referências de média empregam o período imediatamente anterior a 2026 (1983–2025 para chuva; 1984–2025 e 2001–2025 para as térmicas), além da normal 1991–2020 para precipitação.
Elaboração: Meteorologista Thiago Guerreiro Ferreira |
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Dia do Meteorologista
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Imagem criada por IA
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E por que 14 de outubro?
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14/10/2026
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A escolha desse dia remete à sanção da Lei Federal nº 6.835/1980, em 14 de outubro de 1980, quando a profissão de meteorologista foi oficialmente regulamentada no país. A sugestão, de autoria da Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET), foi formalizada pelos órgãos competentes como o principal marco para a categoria.
A profissão de meteorologista vem ganhando cada vez mais protagonismo, especialmente nos últimos anos, com as luzes voltadas para os eventos climáticos severos, cada vez mais frequentes e intensos em todo o globo terrestre.
Importante lembrar que as informações produzidas por esses profissionais ajudam a salvar vidas e a gerar subsídios para a elaboração do planejamento de políticas públicas e ambientais por parte das autoridades competentes.
Nossos cumprimentos a todos os profissionais da área.
Sandra R. F. Sanches
Conrrerp 1897
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